5 dicas para viajantes vegetarianos

Oii gente,

Durante um ano da minha estadia na Índia eu fui vegetariana, ser vegetariana na Índia é fácil, há uma variedade de comida veg. Logo depois me mudei para a Argentina e no meu primeiro final de semana em Mendoza, a família da minha amiga preparou um almoço de domingo para mim: churrasco.  Fiquei com vergonha de recusar a comida que eles tinham preparado com tanto carinho e voltei a comer carne, em menor quantidade, mas ainda comia.

De volta a rotina, voltei a ser vegetariana, me sinto muito melhor em não comer carne, mas Fê e quando você viaja? Pois é, ser vegetariano / vegano não é sinal de passar fome em viagens, só precisa de um pouquinho de planejamento.

Dependendo de onde você estiver viajando, aderir uma dieta vegana pode ser um desafio. Na Índia ou Alemanha, por exemplo, é super fácil encontrar comida vegetariana. Já na zona Rural da Romênia, convenhamos que pode ser um pouco mais complicado, mas se preocupar com o que você come ou bebe não pode impedir você de viajar.

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Bangkok, Tailândia

Veja 5 dicas para viajantes vegetarianos / veganos:

1 – Apps para celular

A tecnologia está disponível para nos ajudar. Há diversas ferramentas que podem nos ajudar a encontrar restaurantes e locais vegetarianos / veganos como Yelp, TripAdvisor e o Happy Cow, um dos melhores aplicativos para os vegetarianos, ele mostra os locais por categorias: veganos, vegetarianos ou veg-friendly, além de incluir supermercados e organizações veganas.

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2 – Supermercado

Os supermercados são uma ótima opção, não somente para economizar em longas viagens como para manter sua alimentação sem carne. Em grande parte dos mercados é possível encontrar opções veganas e vegetarianas, como tofu, grãos, vegetais e frutas.

Mesmo que não tenha um restaurante perto, você pode preparar sua refeição. Lembre-se de reservar um hostel, hotel ou Airbnb que tenha uma cozinha que você pode usar. Uma dica é sempre carregar frutas e nuts na sua mochila para aquele momento que a fome apertar.

3 – Não sei o idioma e agora?

O Google Tradutor te ajudará se você não fala a língua local. Use o aplicativo no celular para escanear o ingrediente e a descrição do menu. Outra opção é habilitar o microfone do aplicativo e pedir para um local falar o que é aquele produto / prato, a mágica acontecerá e o Google traduzirá para você. Não será sempre que funcionará 100%, mas palavras como: carne, frango, peixe, leite, queijo, ovo e mel com certeza aparecerão.

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4 – Deixe a vergonha de lado e pergunte

Acabou a bateria do celular? Nessa hora vale até fazer mimica e som dos animais rs, mesmo que você saiba apenas poucas palavras você sempre encontrará pessoas para te ajudar.

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5  – Marmitinha sim!

Tenha sempre em sua mochila frutas e nuts , vai passar o dia todo fora? Um sanduíche com pasta de amendoim pode ser uma boa opção. Use a criatividade e prepare sua comida antes de sair.

Ser vegetariano / vegano não precisa ser uma dificuldade, muito menos uma tortura. Em São Paulo, por exemplo, há diversos restaurantes, bares, feiras e mercados com preços super acessíveis.

Então pegue seu mapa, faça o download de aplicativos, deixe a vergonha de lado e se comunique com as pessoas. Garanto que sua viagem (vegetariana) será incrível.

Boa  viagem!

Um beijo,

Fê Toyomoto.

Empanadas argentinas – como fazer?

Uma das comidas mais tradicionais da Argentina são as empanadas caseiras, além de fáceis de fazer são uma delícia! Quando morei em Mendoza, nosso programa de sábado a noite preferido era comer empanadas e tomar um vinho ao som de uma boa música.

As empanadas são similares ao pastel de forno brasileiro e pode ser assado ou frito.  Essa delícia surgiu quando os trabalhadores do campo / viajantes preparavam a merenda para uma longa jornada, originando nas  empanadas, que podem ser recheadas de carne, aves, queijos e até chocolate.

Olha só no vídeo, super fácil de fazer. Um super obrigada para Mili e Leticia, que fizeram as empanadas, meninas vocês são verdadeiras master chefs ❤

Empanadas caseiras

Ingredientes:

  • 250g de carne moída (temperada e cozida)
  • Massa para empanadas (é possível encontrar em qualquer supermercado)
  • 1 gema para pincelar

Como fazer?

  1. Pegue uma fatia de massa, adicione cerca de uma colher de sopa de recheio e feche a empanada como se estivesse torcendo as pontas.
  2. Pincele com uma gema e as leve para assar em forno pré aquecido á 180ºC por 35 minutos ou até dourar.

Observações: 

Se preferir, você pode fazer a massa caseira e trocar a carne por frango, queijo ou o recheio que preferir. Para fazer a massa você vai precisar de: 250g de farinha de trigo, 50g margarina, 2/3 água e sal, junte todos os ingredientes até que forme uma massa homogênea.

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Me contem como ficou a de vocês! Espero que gostem!

Super beijo,

Fer Toyomoto.

Jodhpur – Blue city

Namastê!

Final de semana passado conheci Jodhpur, a segunda maior cidade do Rajastão, que fica a 334 km de Jaipur. Conhecida também como “blue city”, é a personificação perfeita da frase: beleza em meio ao caos.

Fiquei dois dias da cidade e foram suficientes para conhecer os principais pontos turísticos e ter um contato mais próximo com a cultura indiana. Dessa vez, viajei com um amigo indiano e pude sentir de perto o “indian lyfestyle”, a começar pelo fato que andei em uma moto com mais 3 pessoas, acreditem não conseguia parar de rir hahah, aqui é super comum ver 4 pessoas todos em cima de apenas uma scooter.

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Foto: Abhi Sharma

Fomos de trem para lá, a viagem durou cerca de 5h. No primeiro dia conhecemos o Mehrangarh Fort, localizado cerca de 120 metros acima das casas, fundado em 1459 D.C possui uma das vistas mais incríveis. O forte além de uma arquitetura riquíssima em detalhes, possui um por do sol apaixonante. Da só uma olhada ❤

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Fotos: Abhi Sharma

Onde: Mehrangarh Fort – Fort Rd, Jodhpur.
Horário de funcionamento: de segunda a segunda das 9h às 17h.
Entrada: estrangeiros 400 rúpias, indianos 60 rúpias.
Custo adicional de 100 rúpias para a utilização de câmera digital.

De lá fomos para o Mercado central, onde reina o caos. Carros, motos, tuk tuk, vacas, comerciantes ambulantes todos disputando o mesmo espaço em volta do famoso relógio central.

Quem está de passagem por lá não pode perder a oportunidade de tomar o Makhania Lassi, bebida artesanal feita de manteiga, iogurte e açafrão, no Mishrilal Hotel, considerado um dos melhores Lassis de toda a Índia, é realmente DELICIOSO, nunca tomei nada igual.
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Onde: Mishrilal Hotel – Nai Sarak, Clock Tower, Ghantaghar Market, Jodhpur.
Horário de funcionamento: das 9h às 21h.
Custo: 30 rúpias o copo.

O primeiro dia também teve muita emoção, como tudo na Índia haha. Havia uma feira de artesanato com um parque diversão, desses que as crianças adoram. Claro que fomos nos aventurar na roda gigante e no barco vicking. Imaginem uma estrutura de ferro sem segurança alguma, agora coloque um pitada de altura e adrenalina, pronto! Foi com certeza uma mistura de medo e diversão, experiência única na vida, pois não pretendo repetir hahah.

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Custo dessa aventura? 50 rúpias por brinquedo.

No Segundo dia fomos ao Umaid Palace, localizado a 3km ao sul da cidade, o palácio com sua arquitetura imponente traz um pouco da história do Marajá e funciona, também, como hotel.

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Foto: Abhi Sharma

Onde: Circuit House Rd, Jodhpur, Rajasthan 342006.
Horário de funcionamento:  das 9h às 17h.
Entrada: Estrangeiros 100 rúpias, indianos 30 rúpias.

De lá fomos para o Mandore Gardens, localizado cerca de 9 km de Jodhpur, antiga capital dos marajás. O local abriga um templo com uma arquitetura absolutamente interessante e as ruínas do antigo palácio podem ser vistas em torno de todo o jardim. Lá é, também, conhecido como o Santuário de trezentos milhões de Deuses hindus.

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Foto: Abhi Sharma

Horário de funcionamento: da 8h às 20h.
Entrada: Gratuito.

Onde comer e onde ficar?

Almoçamos no hotel Shri Ram Excellency Group, o menu é um bufê tipicamente indiano, perfeito para quem pretende experimentar a comida típica do Rajastão.

Dormimos no hotel Residency Palace, um hotel 3 estrelas, super aconchegante, porém sem água quente no chuveiro haha. O hotel fica um pouco afastado das atrações principais, mas nada que um tuk tuk não resolva.

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Quanto custa um final de semana em Jodhpur?

Passagem de trem ida e volta (Jaipur – Jodhpur) – 1190 rúpias.

Gastos com transporte local: 1265 rúpias para duas pessoas.

Residency Hotel (diária com café da manhã): 1686 rúpias (para 2 pessoas).

Alimentação: 650 rúpias.

Total da viagem para duas pessoas: 6821 rúpias (cerca de R$ 253,00).

A cidade é linda demais né?! ❤

Super beijo,

Fer Toyomoto.

 

 

Como é a verdadeira Índia?

Antes de me mudar para Índia morria de curiosidade para saber como seria o cotidiano e os lugares do dia a dia como supermercado, banco, farmácia dentre outros espaços que frequentamos diariamente, separei os principais da só uma olhada!

Moradia

Bairro Bani Park, Jaipur, Índia

Bairro Bani Park, Jaipur. Uma casa para comprar custa em média R$ 100 mil reais

Transporte

O famoso tuk tuk também conhecido como oto e rickshaw

O famoso tuk tuk também conhecido como oto e rickshaw. O preço da corrida varia entre R$ 4,00 e R$ 6,00

Muito comum esse tipo de triciclo por aqui

Muito comum esse tipo de triciclo por aqui e super barato, mas nunca andei

Aqui na Índia é comum as pessoas andarem no teto dos ônibus e mesmo assim precisa pagar, loucura né haha

Aqui na Índia é comum as pessoas andarem no teto do ônibus e mesmo assim precisam pagar, loucura né haha. Cerca de R$ 0,50 a passagem

Trem, Sleeper class

Trem, Sleeper class, a classe mais barata para se viajar

Pausa para abastecer, posto de gasolina

Pausa para abastecer, posto de gasolina

Hospital 

Um consulta com clínico geral custa em média R$ 12,00

Um consulta com clínico geral custa em média R$ 12,00

Farmácia

Farmácia

Banco

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ATM banco 24h, tem em praticamente todos os lugares

Academia

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Academia cerca de R$ 60,00 por mês

Shopping

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Alimentação

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Mercado, cerca de R$ 150,00 por mês

Doceria, aqui é possível encontrar uma doceria em cada esquina

É possível encontrar uma doceria em cada esquina

A famosa street food

Street food

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Frutas e legumes fresquinhos todos os dias. Cerca de R$  30,00 por mês

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Mais da metade da população indiana é vegetariana então a variedade de frutas e legumes é imensa

Doceria em época de Diwali, todos os produtos expostos

Doceria em época de Diwali, todos os produtos expostos prontos para serem consumidos

O thali é uns dos principais pratos, possível encontrar em todos os lugares composto por: arroz, chapati, iogurte para amenizar o apimentado, panner (espécie de ricota) e vegetais

O thali é uns dos principais pratos, possível encontrar em todos os lugares, composto por: arroz, chapati (pão), iogurte para amenizar o apimentado, panner (espécie de ricota) e vegetais. o preço do combo varia de R$ 3,00 a R$  12,00.

Super beijo

Fer Toyomoto.

 

Garba festival – Índia

O mês de outubro é o principal mês dos festivais aqui na Índia. Fui ao Garba Festival, em Jaipur, conhecer um pouco mais sobre a cultura e a gastronomia indiana.

Garba é uma dança típica indiana e é realizada em volta de uma lâmpada central gigante ou uma imagem / estátua da deusa Shakti (Deusa suprema da religião Hindu).

Experimentei também 2 pratos típicos indianos: Jalebi (massa de farinha frito em calda de açúcar) e Pann (ótimo para digestão).

Olha só que incrível ❤

Muita cor, brilho e alegria! Incredible Índia!

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Fotos: Rohan Lakhne

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Fotos: Rohan Lakhne

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Super beijo,

Fer Toyomoto.

O que comer na Índia?

Pensei que um dos maiores desafios ao me mudar para Índia seria a alimentação, mas foi bem mais fácil do que eu esperava. Havia experimentado a comida indiana pela primeira vez uma semana antes de me mudar e não tinha gostado muito (fiz até um post no blog), falava para todo mundo: gente vou pra Índia e vou voltar arrasando na magreza haha.Só que não!

Aqui em Jaipur tem restaurantes deliciosos, saio para jantar com meus amigos pelo menos três vezes por semana. A maioria das comidas é bastante apimentada, até o caldo de cana tem pimenta, acredita?! Antes de me mudar não gostava de pimenta, evitava ao máximo, o primeiro salgado que comi no trabalho juro que bebi 3litros de água nos primeiros 15 minutos, fiz #aloka da água haha, mas agora já acostumei. Para quem odeia pimenta é só falar para o garçom: not spicy (sem pimenta), comigo sempre funcionou 🙂

A variedade de vegetais e frutas é enorme, então fome a gente não passa haha. Cozinho todos os dias, pois levo minha marmitinha para o trabalho. Minha alimentação diária é basicamente frutas, legumes, ovo, frango, panner (espécie de ricota indiana) e claro nos dias de preguiça miojo haha.

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Uma dica para os legumes / verdura é colocar no cloro por 10 minutos, trouxe do Brasil e sempre uso para matar as bactérias. Até agora não tive problemas intestinais, o que é muito comum por aqui pelo próprio processo de feitura do alimento, pois eles comem tudo com a mão, em geral com a mão direita, a mão esquerda é utilizada somente para se limpar. É gente, não é todo lugar que possui papel higiênico, mas isso fica pra outro post.

Quanto a higiene, todos os restaurantes que frequentei são super limpos, mas isso depende do lugar que você frequenta, por exemplo já fui em um lugar depois da balada que se você estivesse 100% sóbrio nunca comeria haha, por outro lado foi lá que comi o melhor butter nan (espécie de pão) da Índia, então depende muito, em Agra, por exemplo, a questão de higiene é bem complicada.

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1 – Samosa – Salgado frito (bem crocante) com batata e ervas aromáticas, bem apimentado. O molho vermelho é agridoce para quebrar a pimenta.

2 – Patties –  Folheado com recheio de grãos e ervas, bem apimentado. Sempre acompanha catchup para quebrar a pimenta.

3 – Suffed Paratha – Espécie de pão bem fininho recheado com batata e acompanhado com molho bem apimentado.

4 – Malai Kofta / Lacchq Paratha – Espécie de batata doce acompanhada com molho agridoce e pão fininho, uma delícia.

5 – Biryani veg – Arroz agridoce com abacaxi, panner e nozes, meu preferido.

6 – Chach – Iogurte salgado para quebrar a pimenta. Quando tomei juro que quase vomitei haha tem gosto de ovo, achei horrível, mas o pessoal do meu trabalho ama.

E claro, não poderia faltar os doces, sou uma formiguinha ambulante haha. Esse são meus preferidos até agora ❤

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Laddu – Doce de grão de bico, uma delícia.

Gulab Jamum – doce feito de leite, é super doce, lembra um pouco doce de leite, eu AMO, sempre peço nos restaurantes.

Barfi – Encontrado especialmente em festas, é feito de pistache e nozes, maravilhoso.

Beijos,

Fer Toyomoto.

 

Tandoor – Restaurante indiano

Sábado fui jantar em um restaurante indiano aqui em São Paulo chamado Tandoor. Os donos do restaurante são indianos e trouxeram um pouco da culinária de Mumbai para São Paulo, inclusive a maioria das pessoas que estavam no restaurante eram estrangeiros.

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Foi a primeira vez que comi indiana e achei tudo muito diferente do que estou acostumada, desde o sabor a textura.

A base da comida indiana são os temperos e haja tempero, o garçom me explicou que um dos mais famosos é a massala, um mix de ervas e temperos que eles colocam em tudo, inclusive no suco.

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Entrada: 

Naan (pão de farinha de trigo) com chutneys (seleção de molhos: hortelã, tamarindo e papaia).
Amei o molho de papaia misturado com tamarindo, ficou agridoce, super gostoso. Já o molho de hortelã não gostei muito, tinha gosto de iogurte e uma textura meio líquida demais para comer com pão.

Prato principal escolha do chefe:

Carneiro, frango, vegetariano feito de ricota, arroz indiano, naan e samosa (espécie de esfiha de frango).
O arroz de tanto tempero parecia cenoura ralada, mas era gostoso. Em geral as carnes vinham com uma mistura de molhos, mas o que predominava era o gosto do curry, não sou fã de curry, mas o carneiro estava bem gostoso.
Já o vegetariano, a ricota tinha textura de tofu, na verdade antes de perguntar para o garçom o que era, eu achei que fosse tofu. Como sou uma pessoa muito visual, o vegetariano foi o que menos me agradou pela cor haha.

Sobremesa:

Sorvete indiano de manga com leite condensado e castanha de caju.
Acho que esse foi o ápice da noite haha pedimos como sobremesa esse sorvete e duas colheres, pois achávamos que viria uma bola de sorvete coberta com leite condensado e castanhas de caju por cima. Para nossa surpresa era um picolé, foi MUITO engraçado a hora que vimos o picolé e as duas colheres haha.

 Bebida:

Lassi de maracujá (iogurte indiano) e sherbet (refresco indiano com essência de rosas).
O iogurte de maracujá é bem azedinho, mas é gostoso. Já o refresco ECA, nunca tomei água sanitária, mas tem gosto de água sanitária haha.
Depois dessas bebidas de entrada preferimos beber uma coca-cola, mais garantido haha.

Em geral, gostei da comida indiana, mas não é uma das minhas primeiras opções quando penso em um jantar. Muitos amigos disseram que esse é um dos melhores restaurantes indianos de São Paulo, inclusive recebeu o prêmio de excelência pelo TripAdvisor. Eles disseram, também, que o Gulab Jamun (bolinho de leite servido quente com calda de essência de rosas) é uma delicia. Não experimentamos, mas ficou na lista para a próxima vez.

 Onde:

Tandoor
Rua Doutor Rafael de Barros, 408 – Paraíso, São Paulo

 Horário de funcionamento:

Segunda-feira
Almoço: das 12h às 15h
Jantar: das 19h às 22h30

Terça-feira a quinta-feira
Almoço: das 12h às 15h
Jantar: das 19h às 23h

Sexta-feira e Sábado
Almoço: das 12h às 15h
Jantar: das 19h às 24h

Domingo:
Almoço: das 12h às 16h
Jantar: das 19h às 22h

Preço:

Entrada + prato principal + sobremesa + bebidas: R$ 126,90 (para duas pessoas) – aceitam todos os cartões de débito e crédito e ticket de refeição.

 Delivery:

Entregam nos bairros próximos à partir das 19h (aceitam cheque ou dinheiro) pelo telefone (11) 3885-9470 / (11) 3052-4380 ou pelo site.

E você gostam de comida indiana? Conhecem algum restaurante legal para indicar?

Beijos

Fer Toyomoto.